Reflexão e razão - Sorrir e Sentir!
- António Vilhena
- há 2 dias
- 2 min de leitura

Exercido há bastante tempo o hábito de citações (sem recorrer a IA) quando do envio do jornal Folha Popular de São José do Vale do Rio Preto através de rede social (grupo criado), provoca reações ora manifestadas por emojis, figurinhas tão usuais quanto de dúbio significado, tanto por textos que traduzem de forma individual ou de conjunto: reflexão, preocupação, decepção e desencanto, espanto e admiração.
A virada do ano e perspectivas para o próximo – 2026, inspiraram a criação do lema “Sorrir e Sentir” que dei a conhecer na edição 453, a primeiro de 2026.
A citação na edição de 16 de janeiro “A prática de beber água não deve ser apenas nos dias de calor sufocante. Segui-la é saudável assim como agradecer. A manhã é mais luminosa, a tarde mais tranquila e a noite suave, inspiram a leveza do ser” provocou entre outros comentários o abaixo transcrito (com a devida autorização do leitor) que me fez pensar e pensar.
A leitura teria sido em hora menos propicia (será que ler tem hora própria?) ou o respondido reflete uma verdade que sabemos existir e que, por motivos que a própria razão desconhece, não queremos pensar e muito menos aceitar?
De qualquer forma, e sabendo de quem se trata, não é um simples desabafo. São colocações feitas por quem tem uma experiência de vida, por quem espera renascimento de valores, para quem fé e esperança não são mera passagem.
A síntese é própria de quem estuda, observa, escuta e transmite.
E se ... fosse simplesmente desabafo já teria valido a pena os escritos – o meu e o do(a) leitor(a).
“Bom dia! Entre um golaço de água e outro eis perspectivas para 2026. O ano se inicia o povo querendo saber as taxas de aumentos. Seja de salário, IPTU, matrícula e material escolar... Será que poderei comprar fantasia para brincar o carnaval?
Paralelo, as discussões sobre escândalos nos diferentes degraus políticos e as propagandas para eleições em outubro. Entre tapas e beijos vivem a Educação com escolas sucateadas por assaltantes e legisladores. Vamos lá dividir ganhos roubados do povo enquanto o Brasil não é bombardeado por mísseis e/ou seu povo morto torrado pelo calor infernal.
O último gole de água se foi na toalha molhada ao redor do pescoço para ver se suporta-se, sobrevive-se.”